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31 de maio de 2016

Era uma vez uma garota

By Reproduction.

Você pode ler ouvindo Avril Lavigne - Give You What You Like

Era uma vez uma garota. Uma garota, simples, mas intensa, deeper. Nunca aceitou ver ninguém machucado, e se machucava tentando e ajudando as outras pessoas.
Ela sempre se importou, sempre tentou. E sempre, sempre e sempre estava lá. Nunca era nunca, tinha um “sempre” tatuado no sorriso. Sempre doou cada pedacinho de si, você não acha injusto não receber na mesma dose?

Ela mergulhava em pessoas rasas, esperando um mar imenso pra se afogar. Esperar tanto dos outros pode fazer alguém deixar de respeitar o próprio tempo. O tempo passa, e a gente se perde. Aconteceu com ela.
Ela se perdeu em pessoas que só tinham uma sala vazia pra mostrar, não ofereciam um café, um chá, nem um pouco d’água. Enquanto ela oferecia abrigo, fazia do abraço melhor lar, oferecia chá quente e a promessa de que tudo ia melhorar, porque sempre melhorava.

E melhora. Principalmente quando você percebe que há pessoas que também oferecem o abraço de abrigo, que cuidam de você, querem seu bem da mesma forma que você quer o deles, e te amam da mesma forma que você ama eles.

Era uma vez uma garota que sempre doou cada pedacinho de si, e dessa vez, ela não doa mais do que julga necessário. Doa em quem doer.
Era uma vez uma garota que tinha um “sempre” tatuado no sorriso, e hoje ela é sempre deeper, mas não mais do que o sorriso que você conseguir tirar dela.

Não se perca em pessoas que não são e nunca serão como você, e se já estiver perdido, corra e vá se encontrar.
O tempo passa. Sempre. E passou enquanto você estava lendo este texto, agora é sua vez:
Ligue pra alguém que sente falta, diga que o ama.
Ligue para alguém que ama, diga que ele faz falta.
E ou desligue o telefone, mate as saudades que você deve estar sentindo... de si mesmo.

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