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13 de junho de 2016

Eu faço o brigadeiro e você vem, tá bom assim?


Amiga, eu preciso de chocolate.
Mas, eu preciso mais de você.
Do seu abraço.
Do seu cheiro.
Do seu carinho.
Do seu cafuné.
Das suas broncas.
Da sua voz lendo pra mim.
De você me ouvindo.
De você me fazendo pensar duas vezes.
De você me fazendo não pensar duas vezes.
Daqueles filmes melosos.
Das músicas que chupam a alma.
Das piadas sem graça.
Dos risos soltos com os olhos úmidos.
Da tua gargalhada de hiena quando conta algo sem graça, mas quer me animar.
Da sua mão apertando a minha.
Do "eu tô aqui"
De nós duas cantando as músicas da Clarice Falcão feito duas loucas.
De nós duas agindo normalmente: como loucas.
Do "fala"
Do "escreve que eu vou ler"
Do "vai ficar tudo bem"
Do "vamos tomar uma caipirinha?" quando eu tô naquela bad.
De você me chutando porque eu te acordei de madrugada, e preciso do seu abraço.
Das suas mãos acariciando meu cabelo, enquanto eu perdi noção da realidade, tempo e espaço.
De você me encontrando quando eu me perdi.
Do "eu sei que você não tá bem, me abraça"
Eu tô com saudades de você, cadê tu, sinha peste?

Corre aqui, vem me abraçar, vamos fazer umas mil panelas de brigadeiro, porque de todas as situações normais em que precisei superar algo e apenas uma panela de brigadeiro com menta funcionou, essa é uma situação hard, essa é uma filha duma puta!
Porque eu tão mal acostumada a você,
preciso superar a distância
e aturar sua ausência.
Eu faço o brigadeiro e você vem, tá bom assim?

P.s.: te amo, ok? Lembre sempre.

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